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Quem sou eu? Perguntou o monge trepista Thomas Merton, ao que ele mesmo respondeu: “Sou alguém amado por Cristo”. Nisso reside o fundamento do verdadeiro eu. A condição indispensável para desenvolver e manter a percepção de que somos amados é passar momentos a sós com Deus. Quando em solitude, saem de sintonia os sussurros negativos de nosso desvalor e nos mergulhamos profundamente no mistério de nosso verdadeiro eu. Nosso anseio por sabermos quem realmente somos – que é a fonte da maioria do nosso descontentamento – nunca será satisfeito antes de depararmos e aceitarmos momentos solitários e silenciosos com o Senhor. Aí descobrimos que o fato de sermos amados é mesmo um fato. Nossa identidade primordial repousa na ternura inexorável de Deus por nós revelada em Cristo Jesus.
“A ti levanto os meus olhos, a ti, que ocupas o teu trono nos céus.” Salmos 123:1
De “Meditações para maltrapilhos” – Brennan Manning …
via @gugaxavier
| Imprimir | Postado por @feernandomatias on June 30, 2010 at 10:14 am, e está em Devocional, Texto. Você pode COMENTAR. |

