coisas legais
Isso sim é realidade aumentada!
Mar 27th
Jesus Hype!
Mar 25th
É triste. Mas é exatamente assim. As igrejas de tempos em tempos (ou nós, os idiotas que a compõe) adoram demonizar aspectos culturais contemporâneos, sob a promessa de que é preciso ser “tradicional” em alguns aspectos para garantir a validade do evangelho de Cristo.
BESTEIRA PURA! O Evangelho é verdadeiro e todo o resto é besteira. Não é nossa capacidade analítica de compreendê-lo que o faz verdadeiro. E desprezar que a pós-modernidade pode trazer ao homem sensibilidade para analisar A VERDADE das escrituras através de uma ótica diferente é, NO MÍNIMO, pretencioso demais. O que os “pensadores” modernos estão dizendo é que sua cultura dita reformada é absoluta. Estão chamando de LIXO qualquer modo de pensar divergente do seu, assim como a igreja fez com Lutero no passado.
Perdi meu tempo vendo a Igreja lutando contra o Rock. E depois novamente contra a Nova Era e a música eletrônica. Pastores cegos tentavam nos guiar por um caminho de perdição, onde tudo é do diabo. Meu Deussss, como eu suportei este fardo?
E agora a cultura dita “hype” é a bola da vez. Se é que podemos chamar isso de cultura. Mas de qualquer forma UM MÍNIMO DE RESPEITO pelo diferente torna-se necessário. E o fato de determinado grupo ter feito “merda” na tentativa de viver o evangelho dentro de tal cultura, não a desqualifica.
O que estou dizendo é que Jesus era filho de um carpinteiro. Pobre. E que por não ter onde reclinar a cabeça, talvez não fosse a pessoa mais higiênica do seu tempo. Porém, havia algo revolucionário em sua maneira de ver o mundo. O Cristo capaz de tornar-se a atração principal em festas e rodas na porta do templo. Jesus hype. Que chegou a ser o assunto mais comentado de seu tempo.
E DIGO MAIS! Se o evangelho perder o frescor, toda a nossa teologia dita reformada não passará de lixo. É preciso que a compreensão das verdades eternas tornem-se hypes também. Que as pessoas possam ficar deslumbradas com nossa capacidade de recontar as histórias que estão abarrotadas dos valores DO REINO.
Talvez exatamente por isso Paulo tenha supervalorizado o dom de profetizar. Por que é exatamente isto que nossa geração anseia desesperadamente: PROFETAS. Homens e mulheres capazes de proclamar com ousadia a verdade que transcende as palavras.
Madrid HD
Mar 21st
Trabalho que meu amigo @luquinhaz fez quando estava na europa, curtam aí.
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The Joshua Tree
Mar 17th
U2 – Where The Streets Have No Name
Eu me lembro exatamente o dia em que o Haroldo, um aluno do seminário, me fez a seguinte pergunta: “Cara, você sabia que aquela banda de rock U2 é cristã?” Diante de minha expressão atônita, ele continuou: “Eu assisti um video deles e fala sobre um lugar onde as ruas não têm nome… Cara, a música é sobre o céu!” Isto foi em março de 1988, um ano depois de The Joshua Tree ter sido lançado pela banda e se tornado um dos maiores discos de rock da história.
Com a curiosidade aguçada pelo comentário do Haroldo, comprei um cassete de The Joshua Tree na próxima vez que estive em São Paulo para visitar minha família. Naquela noite ouvi Where the Streets Have No Name, Still Haven’t Found What I’m Looking For e With or Without You pela primeira vez. Minha música favorita era o rock pesado e heavy metal, então a sonoridade do U2 não me cativou de imediato. Mas à medida em que escutava aquelas músicas, elas pareciam crescer em mim, mexiam com minhas emoções, expandiam meu horizonte musical e desafiavam meus conceitos sobre o que era “música cristã” (na época eu ainda separava a música entre cristã e não-cristã, sagrada e profana).
Afinal, eu poderia buscar vislumbres do céu em Where the Streets Have No Name (anos mais tarde eu entenderia que a frase fora inspirada na observação que Bono fez das ruas sem nome na Etiópia onde ele havia passado dois meses com sua esposa ajudando num campo de refugiados) ou interpretar With or Without You como se referindo a Deus (na verdade, era sobre o relacionamento entre Bono e sua esposa), mas francamente, não sabia o que fazer de Still Haven’t Found What I’m Looking For, uma letra que falava de dúvida (e não havia muito espaço para dúvida em minha teologia), ou outras faixas do disco que não tinham uma mensagem explicitamente “cristã”. Foi somente com o passar do tempo, ouvindo outros discos da banda e conhecendo um pouco mais de sua história que percebi o quanto das crenças cristãs abraçadas por Bono, Edge e Larry (Adam era o único “descrente” da banda) em sua adolescência encontravam ecos em suas músicas. More >
The Reign of Kindo – Nightingale
Mar 10th
Fotografia do Dia (:
Mar 10th
De onde é que vem essa luz?
Mar 4th




