Texto
Minha gente!
Jul 19th
Jesus pergunta aos seus alunos, o que o povo pensa dele, como o ser humano por excelência, o Filho do Homem.
Os alunos responderam que o povo1 o comparava com João, o batista; com Elias; com Jeremias; ou com algum dos profetas.
Profetas, estes três, representantes, respectivamente, do juízo, da ira e do castigo de Deus.
Jesus, então, sem fazer comentário sobre a opinião popular, pergunta aos seus alunos, o que eles diziam dele.
Pedro responde: O Senhor é o Messias, o Filho do Deus Vivo!
A magnífica resposta de Pedro: O Senhor é o Ungido, que os profetas anunciaram que viria para nos libertar, e o Senhor é o Filho do Deus do Universo! O Senhor é o Libertador, e o Senhor é o Deus, também! O Senhor é o Rei Ungido do Salmo 2, e o Senhor faz parte de Deus, em Deus há mais de uma pessoa, e o Senhor é uma delas! O Senhor é Deus que veio em carne e osso para nos libertar!
E Jesus diz a Pedro: Pedro você é um homem feliz!
Você sabe isso porque o meu Pai, que é e está, infinitamente, além de qualquer criatura, contou para você, nenhum ser humano contou ou o poderia contar para você, e não tem nada a ver com nenhuma capacidade humana que você possa ter.
Eu vou reunir um povo em torno dessa verdade. A gente, para quem, a exemplo do que fez a você, o Pai contará quem eu sou.
Essa gente será salva por mim e me adorará: se arrependerá de ser diferente de mim, na sua natureza, no seu relacionamento com o Pai, no relacionamento consigo mesmo, no seu relacionamento com o próximo e com toda a criação; e permitirá que o Espírito Santo a transforme (a pessoa e a comunidade) em gente como eu; essa gente entregará a si e a tudo que pensava ter (uma vez que tudo é do meu Pai) a mim; e viverá por mim e para mim.
Essa minha gente não morrerá para sempre, porque eu a ressuscitarei no último dia, e essa minha gente, no dia a dia, atacará e derrotará todas as manifestações da morte: nas relações da sociedade; na política; na economia; na religião.
Essa minha gente demonstrará e ensinará o significado da palavra justiça, como fruto do direito.
Minha gente viverá junta, será a minha presença na história, como um corpo, através do qual me manifestarei; será uma comunidade planetária e solidária (formada por muitas comunidades locais), demonstrando o que é viver sob o reinado de meu Pai. Deixando claro que o Homem à imagem e semelhança do DEUS é a unidade humana.
E tudo isso, Pedro, começará com uma mensagem que você pregará, e que será reproduzida por muitos em todos os cantos e nações do planeta, abrindo o Reino do Céu para a humanidade, falando de mim, A PALAVRA, para que a fé venha aos seres humanos que, por graça do Pai, derem ouvidos. E então virá o fim, ou melhor, o recomeço em estado glorificado e imune à queda.
©ariovaldoramos – em outras palavras
Lamento
Jul 17th
Termino a madrugada acordado. A lua foi-se embora sem se despedir e o sol, astro-rei, intransigente por natureza, já invade a sala. A madrugada teve sabor de lamento.
O lamento de se existir num mundo sem muito sentido, com aquela saudadezinha latente do “que poderia ter sido e não foi”, como diz a Clarice.
Num papo despretensioso, o xará me mostra que o Espírito tem mesmo o poder de subverter o tempo, poder esse que chamamos eternidade.
Antes mesmo d’eu sentir o que agora sinto, ele já tinha, em seu eterno agora, soprado pro Fabricio, o outro, o que eu precisaria ouvir no meu agora.
Aqui está, um lamento:
Lamento
Que o lamento
Seja breve oração.
Frasear do sofrimento,
Procura e direção.
Sentimento
Que ao pranto dá vazão;
Corredeira que desagua
No viés da solidão.
É intento,
Desapego, contramão,
Repouso à margem do tempo;
Busca da inspiração.
Um desejo
De chegar à estação;
Calmaria e assossego
Arvoredo no verão.
E que dele nasçam versos,
Poesias, retratos e cantigas
Nos ritmos diversos:
Sambas, cirandas, toadas e catiras.
E o tempo há de vir
Em que o lamento será lembrança
Que outrora se deixou colorir
Pelas cores da esperança.
Fabrício Matheus
Rio de Janeiro, 14 de Junho de 2011.
Extremos
May 26th
Tenho medo de pessoas que tem certeza demais. Não suspeito da fé, que de algum modo é também uma certeza, mas não consigo compreender as absolutizações de conceitos. E sendo base do Reino de Deus o princípio do equilíbrio, torna-se inaceitável que alguém julgue encontrar a verdade em um posicionamento extremista. De modo que todo radicalismo torna-se pragmático… pois serve a um propósito inevitavelmente interesseiro.
A vantagem da onipresença de Deus é que Ele pode estar nos dois extremos ao mesmo tempo. Não digo que sempre está, mas PODE estar. Como se extremos compusessem diferentes verdades; mas Deus fosse a verdade absoluta que está além de nossa capacidade de conciliar coisas aparentemente divergentes. E isto faz sentido quando percebemos que, para que Deus seja verdadeiramente Deus, é necessário que seu tamanho exceda a capacidade de compreensão de sua criação. Um deus que pode ser “medido”, é pequeno demais para ser verdadeiro.
A correta perspectiva do homem deveria ser a de ouvir mais, afirmando menos. Pois apenas no fim dos dias saberemos se no céu estará um ou dois ladrões crucificados juntos com Cristo. Apenas no fim saberemos se nos sentaremos à mesa com pessoas que nós condenamos em nosso coração ao inferno. Exatamente por estas práticas, enganoso é o coração… pois é rápido para condenar a outros; e incapaz de condenar a si próprio.
Na dúvida, devemos exercer misericórdia para com todos. Confiantes na graça; esperançosos no amor; humildes nas convicções que construímos. Deixando as certezas absolutas para quem possui ciência.
via @ariovaldojr
ariovaldo.com.br
Filho de ateu, ateuzinho é?
May 19th
Nem sempre os filhos seguem a religião dos pais. E quando os pais não têm religião, a coisa não é diferente
Jaqueline Li, especial para o iG
A diferença entre você e uma profissional do sexo
May 8th
Dias atrás ao ir para o centro da cidade para comer alguma coisa, em um final de tarde, tomei um ônibus que seguia para o destino que eu precisava. Pontos depois do que tomei o ônibus, me deparo com uma “mulher”, vestida de forma um tanto apelativo, porém com traços masculinos.
Claro, não era de fato uma mulher, mas alguém que representava ser uma. Ela já é bem conhecida aqui pelo bairro, trabalha na maioria das noites próximo ao centro da cidade, ao lado de um cemitério. Sim, ela é uma profissional do sexo encaminhando-se para seu trabalho.
No percurso, muitos pontos foram se passando, pessoas entrando e saindo. O mais engraçado era ver pessoa em pé, e essa profissional do sexo sentada em um banco, e ninguém sentou-se ao seu lado. Por que será? Seria ela um ser desprezível pela sociedade, só por causa da profissão dela?
Isso era fácil de enxergar, ninguém se aproximava dela, por que ela faz algo “sujo”, simplesmente por que tem uma profissão que aos olhos da sociedade, é suja, por que ela é vulgar e não merece dignidade. Isso é o reflexo da sociedade para pessoas como essas.
Parei para refletir sobre tudo isso: perante Deus, todos nós somos sujos, indevidos, vulgares, perante Deus, todos merecemos a morte, a raiva, a ira. Afinal, qual é a diferença entre aquele ser e as outras pessoas do ônibus?
Nenhuma.
Pecado não tem tamanho nem quantidade. A diferença entre ela e o resto das pessoas naquele ônibus era que o “pecado” dela estava à mostra? Esquecemo-nos que todos nós viemos do pó da terra, e para lá voltaremos.
Porém todo ser vivo, ainda que respire, merece dignidade (parafraseando Madre Tereza de Calcutá). Sinceramente, acredito que eu posso fazer milhares de coisas piores que ela, posso pensar em coisas obscenas o dia inteiro, posso tratar mal muitas pessoas no meu dia a dia, ou mentir na maior parte da minha vida, isso me torna igual a todos os outros seres humanos.
Realmente todos merecíamos a morte, desde quando nascemos, mas graças a Morte de Cristo, hoje temos gratuitamente a vida! E isso está disponível para qualquer ser, seja ele Mentiroso, Usuário de drogas, pobre, rico, famoso, anônimo, prostitutas, homossexuais, estupradores, pedófilos. Ele morreu por todos e isso é divino e até ás vezes, incompreensível.
O amor que vem dEle, excede todo o entendimento, não é difícil entender isso ás vezes? Como pode, um estuprador que acabou com a vida de tantas mulheres, receber o perdão e a graça de Deus ao se arrepender de todo seu coração, e ás vezes nós fazemos tantas coisas pra Deus, mais de fato não nos arrependemos dos nossos pecados, podemos perder nossa salvação?
“Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus.
Não vem das obras, para que ninguém se glorie;” – Efésios 2 : 8-9
Produção de conteúdo cultural/intelectual
Apr 20th
A geração de cultura é algo natural. Em tudo produzimos lastro de “como, quando e onde” fazer. Porém uma das dificuldades na vida do cristão que ainda não compreendeu sua responsabilidade para com sua época, é consumir sem ser consumido; e gerar conteúdo que seja representativo de seus valores.
O problema na execução disto é que supervalorizamos a profissionalização. Preferimos os autores de livros das grandes editoras aos blogueiros de fim de semana. Preferimos os artistas que cobram pequenas fortunas para “ministrarem”… e desprezamos aqueles que compõe e cantam canções que vem do coração. Preferimos os pregadores da moda a ouvir a verdade sendo proclamada nas praças por aquele tiozão de roupa social que grita “ARREPENDEI-VOS POIS O FIM ESTÁ PRÓXIMO”.
A profissionalização faz com que uma pequena parcela de nós se torne responsável pela maior parte da produção cultural/intelectual para toda uma geração. Este fato se explica pelo Princípio de Pareto. Porém não deveríamos nos conformar com isto. Afinal, nossa cultura está fundamentada em valores que não são deste mundo.
Se um cristão não se alimentar de cultura, perderá as nuances de tudo que Deus usa para comunicar sua imensurável graça. E se tal cristão não for capaz de amplificar/traduzir/transmitir tais “sinais” da parte de Deus para todos os que o cercam, então este não é digno de ser chamado de cristão.
via ariovaldo.com.br
Como uma Avalanche!
Apr 6th
embedded by Embedded Video
YouTube Direkt
“E eu me encontro aqui de joelhos novamente, coberto por graça como avalanche. Nada se compara a este amor…”
Você sabe como funciona uma avalanche? Eu tinha uma breve idéia e, pesquisando por aí aprendi um pouco mais sobre esse fenômeno natural. Basicamente, trata-se de um deslizamento de camadas de gelo; conforme vão deslizando, as primeiras camadas que caem, geram atrito o suficiente para tirar a estabilidade das camadas inferiores e assim, uma “puxa” a outra.
E você já viu uma avalanche? Alguma foto ou vídeo? A despeito do risco que existe nisso, gostaria de chamar a sua atenção para a ação da avalanche; como ela se comporta com o que está em seu caminho. Podemos dizer que de certa forma, uma avalanche é um mar de gelo. Diferenciando, é claro, o fato de que é muito mais fácil sair do mar do que de uma avalanche.
Repare no que uma avalanche faz, por exemplo, com árvores que estão pelo caminho, seja em uma montanha ou encosta. O gelo as cobre e envolve completamente. Conforme o deslizamento acontece, tudo é envolvido e soterrado por gelo.
Pausa no Momento Ciência, mas guarde a idéia da avalanche.
Independente de gosto musical, queria te convidar a ouvir esta música: www.vagalu.me/BR17nv9
Se a música não te agradar, leia só a letra mesmo. As palavras já expressam bem a mensagem.
Ouvi uma vez que graça é quando Deus nos dá tudo aquilo que nós não merecemos. E existe algo sobre a graça de Deus que me fascina, ou talvez, o fascínio seja pura e simplesmente, por ela mesma, a Graça.
Há algumas semanas, eu estava em um agitado mar de problemas que, naquele momento, parecia ser grande, e fazendo uma pausa na confusão da minha mente, parei e perguntei a Deus o que estava acontecendo. Por que, ao meu ver, as coisas pareciam tão fora de controle?
E sempre voltavam as mesmas palavras à minha mente: Como uma avalanche. Graça como avalanche.
As perguntas se desfizeram, o questionamento cessou e as dúvidas se calaram. Pude perceber que eu estava coberta pela graça como uma avalanche.
Por que era como avalanche? Porque a graça nos cobre, nos envolve completamente e de uma forma que não conseguimos sair dali.
Você consegue usar um pouco da imaginação para tentar visualizar esta cena? Você de joelhos, sendo coberto por uma graça que desce como avalanche? Se consegue, fico feliz por você.
Em todas as minhas tentativas, falhei miseravelmente por não conseguir visualizar a dimensão dessa graça. Sempre que tentava criar esta imagem, terminava pensando que a graça que eu tinha imaginado não condizia proporcionalmente com a graça que Ele me mostra.
Sair do mar de problemas só nos custa levantar, diferente da graça. Se depois de cobertos pela graça tentarmos nos levantar, tentando fugir (sim, nós fazemos isso, somos humanos), a avalanche continua caindo e nos cobre novamente. Dá pra entender isso?! Uma onda de favor imerecido que nos cobre e envolve, mesmo quando a negamos com nossas ações e palavras?
Entendendo ou não, ela existe e podemos tanto ver, quanto sentí-la. No mar de problemas ou no topo de uma montanha de alegrias, a graça do Senhor é sempre presente.
“[...] de joelhos novamente, coberto por graça como avalanche. Nada se compara a este amor [...]”
Via Sinara Lopes
Os relacionamentos e o céu
Mar 1st
A compreensão de que o Evangelho de Cristo é relacional surge à medida que o indivíduo percebe que, embora Deus preocupe-se com a salvação do indivíduo, é absolutamente impossível que tal pessoa viva dissociado da vida comunitária. Na vida comunitária encontramos a oportunidade de carregarmos nossa própria cruz, algumas vezes a cruz alheia e, muitas vezes, até de morrermos.
A incapacidade de compreender a importância dos relacionamentos na vida do cristão é o que automaticamente o desqualifica para o céu. Isto se dá como se na verdade o céu e o inferno fossem a mesma coisa, mas o abismo que os separa é exatamente a incapacidade de relacionar-se. Então, nós é que levamos conosco o inferno, fazendo do céu um lugar insuportável. E se nesta vida ainda dispomos da presença divina mediante seu Espírito, neste inferno estaremos eternamente apartados de tal presença.
Para o salvo, todo inferno torna-se um céu. Para o perdido, qualquer céu torna-se um inferno.
via http://www.ariovaldo.com.br
Clones de Jesus.
Jan 27th
“Para nos tornarmos novas criaturas, temos de perder o que agora chamamos de “nós mesmos”. Temos de sair de nós mesmos e entrar em Cristo. A vontade dele tem de ser a nossa e temos de pensar seus pensamentos; temos de “ter a mente de Cristo”, como diz a Bíblia. E, se Cristo é um só e tem de estar “dentro” de todos nós, acaso não ficaremos todos iguais? Parece que sim, com certeza; mas, na verdade, não é assim.”
Sinceramente
Jan 25th
Eu só quero compartilhar uma coisa com vocês, que eu fiquei pensando aqui, está em algum lugar da Bíblia, mas eu não lembro a referência, é mais ou menos assim …
Tinha um lugar que o pessoal ia pra buscar a Deus, primeiro chegou um homem muito rico, com uma boa fama, um grande status e com um bom nome, ele chegou, adorou a Deus, e ofertou como de costume e foi embora.
Um pouco mais tarde chegou lá um cara cheio de pecados, ele não sabia muito bem por que estava ali, mas algo o atraia, ele não tinha uma grande quantia para ofertar a Deus, mas simplismente virou pra Deus e disse:”Deus, eu não consigo nem olhar para o céu por conta dos meus pecados, por favor, tenha misericórdia da minha vida”, e então foi embora.
Alguma comparação? Faça você mesmo.
QPIEJQPMIEJQIKDMIAQPIWDJA
Jan 6th
A vida é passageira, já ouvi essa frase várias vezes, mas na maioria das vezes essa frase é utilizada como uma fuga do momento atual, uma parada tipo auto-ajuda, aliás, acho que uma das coisas que o ser humano mais procura na vida é auto-ajuda, rs. A questão é a seguinte, eu vou viver da maneira mais confortavel que eu puder, apenas adiando minha morte e tentando ter uma vida melhor ou eu vou viver como alguém nunca viveu? Fazer coisas inesperadas, pensando nos outros em 99% das vezes, visando o bem estar dos outros, a vida dos outros, afim de aliviar a dor de algumas pessoas. As coisas que eu falo aqui não fazem muito sentido, talvez por que eu tente aplicar coisas que não pertencem a este mundo nas pessoas que habitam nele, na maioria das vezes eu não consigo aplicar tais coisas na minha vida, mas em raros momentos únicos na minha vida eu consigo sentir aquele vento que você não sabe de onde vem, nem para onde vai. Isso aqui é um resumo da minha fase atual, é bem capaz que você não tenha entendido nada, mas nem eu ando entendendo as coisas que tenho vivido. Eu só posso acreditar em Jesus e ser sensível a ele.
Eu sei que em algum lugar da Bíblia tem uma palavra que fala mais ou menos assim: “Aquele viver pensando nas coisas daqui, só vai poder ter o que este mundo pode dar, já aqueles que vivem pensando nas coisas do alto, só poderão ter o que as coisas do alto podem dar.”
O que vale a pena? Eu me pergunto essas coisas diariamente, eu só consigo pensar nessas coisas, talvez eu seja 1 paranóico, 1 louco, mas prossigo, mesmo que custe minha vida.






