Os relacionamentos e o céu
Mar 1st
A compreensão de que o Evangelho de Cristo é relacional surge à medida que o indivíduo percebe que, embora Deus preocupe-se com a salvação do indivíduo, é absolutamente impossível que tal pessoa viva dissociado da vida comunitária. Na vida comunitária encontramos a oportunidade de carregarmos nossa própria cruz, algumas vezes a cruz alheia e, muitas vezes, até de morrermos.
A incapacidade de compreender a importância dos relacionamentos na vida do cristão é o que automaticamente o desqualifica para o céu. Isto se dá como se na verdade o céu e o inferno fossem a mesma coisa, mas o abismo que os separa é exatamente a incapacidade de relacionar-se. Então, nós é que levamos conosco o inferno, fazendo do céu um lugar insuportável. E se nesta vida ainda dispomos da presença divina mediante seu Espírito, neste inferno estaremos eternamente apartados de tal presença.
Para o salvo, todo inferno torna-se um céu. Para o perdido, qualquer céu torna-se um inferno.
via http://www.ariovaldo.com.br
O que resta de você!
Feb 25th
Se você se parece comigo, toda manhã você se pergunta por que você fez inúmeras coisas no dia que se passou, e não consegue entender muito bem por que você faz essas coisas. Sujo demais pra viver esse “lifestyle” cristão, imperfeito demais para tentar novamente, com a certeza de que se você tentar mais uma vez você vai cair no mesmo ciclo de erros, então, bem vindo ao time dos fracassados, sim, dos fracassados que, emergidos em meio às trevas e trevas, sujeira, podridão, luxúria, alcoolismo, drogas, ainda conseguem ver, avistar, por mais longe que seja, um pequeno ponto luminoso, que você sabe que é sua única e última esperança, Cristo!
“…Pois eu não vim chamar os JUSTOS, mas os PECADORES!”
eu não vim chamar o justo,
eu não vim chamar o justo,
eu não vim chamar o justo,
eu não vim chamar o justo,
eu não vim chamar o justo,
eu não vim chamar o justo,
eu não vim chamar o justo,
eu não vim chamar o justo,
mas os pecadores!
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Cristo!
Um olhar que fala…
Feb 17th


Por mais clichê que isso pareça, em alguns momentos é verdade que “uma imagem vale mais do que mil palavras”… difícil conseguir fugir disto.
Quem fotografa quer, na maioria das vezes, passar uma emoção, fazer do seu olhar o olhar do outro, mostrar que uma imagem pode falar sim, mais do que possamos imaginar.
Mais interessante ainda quando praticamos o distanciamento das coisas/imagens, como aconteceu no momento desta foto, dia 20/01/11 – feriado na cidade do Rio de Janeiro – e não feriado na cidade de Niterói (estado do RJ). A rotina já diferente foi proveitosa o bastante para “mostrar” o Rio de Janeiro com um outro olhar, outra vista. A cidade continuou linda, apreciável o bastante para ficar horas olhando e olhando. E seria egoísta não registrar este momento, não deixar o meu olhar falar e torná-lo eterno…
A fotografia chega a ser uma mistura também de técnica (importante) mistério e beleza, onde não há necessidade de palavras, apenas uma imagem que falará por todo o resto. E não precisa clicar tudo que se vê pela frente, mas sim aquilo que de alguma forma vai falar, sem palavras, apenas olhar, apreciar e querer tornar a cena eterna. Por mais que um deternimado local já tenha sido fotografado “N” vezes, um fotógrafo pode ainda criar várias maneiras de vê-lo. Foi o que procurei fazer, mostrando que, com simplicidade e poesia uma fotografia fala por si só, trazendo sensações e sentimentos a quem olhar.
Não permita que uma foto passe, sem ser percebida, deixe que ela se comunique com você e com todo mundo que vier apreciá-la. Inspiração e criatividade são palavras importantes na vida de um fotógrafo, que não se limita a ficar no básico, o que é normal pra todo mundo.
Meu sentimento é que esta fotografia em especial é o registro de um momento que poderia tornar-se pra sempre. É assim que ela me fala…
via Aline Loavasso // http://grupoduetos.blogspot.com/

Googleoke
Feb 11th





