God of the Broken
Aug 3rd
Música em homenagem a Amy
Jul 23rd
Vou postar essa música em resposta as pessoas que estão condenando a Amy Winehouse.
Worldwide Photography #28: Chicago // Abduzeedo
Jul 22nd
Michael Davis Photography
Cazimiro
cb804
israel,
Phil Roeder
longbowsnyper
doug.siefken
The New No. 2
iamhydrogen
spudart
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taminator
mstudiofoto
shrosa814 (back, but catching up)
Paul Saini Photography
Mikey Brick
Art Hill
Real Life has Kidnapped Wyldhare
vzonabaxter
ppro
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Dave Sizer
Dave Sizer
Photography by Brian Lauer
N. Norman
JC Projekt
Rannbran1209
israel,
Christopher.F Photography
Viewminder
Alek S.
CJ Schmit
coble
Flipped Out
Steven Blewett
Derek Wiebenson
Evan Perigo
clarkmaxwell
Odalaigh
Minha gente!
Jul 19th
Jesus pergunta aos seus alunos, o que o povo pensa dele, como o ser humano por excelência, o Filho do Homem.
Os alunos responderam que o povo1 o comparava com João, o batista; com Elias; com Jeremias; ou com algum dos profetas.
Profetas, estes três, representantes, respectivamente, do juízo, da ira e do castigo de Deus.
Jesus, então, sem fazer comentário sobre a opinião popular, pergunta aos seus alunos, o que eles diziam dele.
Pedro responde: O Senhor é o Messias, o Filho do Deus Vivo!
A magnífica resposta de Pedro: O Senhor é o Ungido, que os profetas anunciaram que viria para nos libertar, e o Senhor é o Filho do Deus do Universo! O Senhor é o Libertador, e o Senhor é o Deus, também! O Senhor é o Rei Ungido do Salmo 2, e o Senhor faz parte de Deus, em Deus há mais de uma pessoa, e o Senhor é uma delas! O Senhor é Deus que veio em carne e osso para nos libertar!
E Jesus diz a Pedro: Pedro você é um homem feliz!
Você sabe isso porque o meu Pai, que é e está, infinitamente, além de qualquer criatura, contou para você, nenhum ser humano contou ou o poderia contar para você, e não tem nada a ver com nenhuma capacidade humana que você possa ter.
Eu vou reunir um povo em torno dessa verdade. A gente, para quem, a exemplo do que fez a você, o Pai contará quem eu sou.
Essa gente será salva por mim e me adorará: se arrependerá de ser diferente de mim, na sua natureza, no seu relacionamento com o Pai, no relacionamento consigo mesmo, no seu relacionamento com o próximo e com toda a criação; e permitirá que o Espírito Santo a transforme (a pessoa e a comunidade) em gente como eu; essa gente entregará a si e a tudo que pensava ter (uma vez que tudo é do meu Pai) a mim; e viverá por mim e para mim.
Essa minha gente não morrerá para sempre, porque eu a ressuscitarei no último dia, e essa minha gente, no dia a dia, atacará e derrotará todas as manifestações da morte: nas relações da sociedade; na política; na economia; na religião.
Essa minha gente demonstrará e ensinará o significado da palavra justiça, como fruto do direito.
Minha gente viverá junta, será a minha presença na história, como um corpo, através do qual me manifestarei; será uma comunidade planetária e solidária (formada por muitas comunidades locais), demonstrando o que é viver sob o reinado de meu Pai. Deixando claro que o Homem à imagem e semelhança do DEUS é a unidade humana.
E tudo isso, Pedro, começará com uma mensagem que você pregará, e que será reproduzida por muitos em todos os cantos e nações do planeta, abrindo o Reino do Céu para a humanidade, falando de mim, A PALAVRA, para que a fé venha aos seres humanos que, por graça do Pai, derem ouvidos. E então virá o fim, ou melhor, o recomeço em estado glorificado e imune à queda.
©ariovaldoramos – em outras palavras
Projeto Nave!
Jul 18th
Viva!
Jul 17th
Lamento
Jul 17th
Termino a madrugada acordado. A lua foi-se embora sem se despedir e o sol, astro-rei, intransigente por natureza, já invade a sala. A madrugada teve sabor de lamento.
O lamento de se existir num mundo sem muito sentido, com aquela saudadezinha latente do “que poderia ter sido e não foi”, como diz a Clarice.
Num papo despretensioso, o xará me mostra que o Espírito tem mesmo o poder de subverter o tempo, poder esse que chamamos eternidade.
Antes mesmo d’eu sentir o que agora sinto, ele já tinha, em seu eterno agora, soprado pro Fabricio, o outro, o que eu precisaria ouvir no meu agora.
Aqui está, um lamento:
Lamento
Que o lamento
Seja breve oração.
Frasear do sofrimento,
Procura e direção.
Sentimento
Que ao pranto dá vazão;
Corredeira que desagua
No viés da solidão.
É intento,
Desapego, contramão,
Repouso à margem do tempo;
Busca da inspiração.
Um desejo
De chegar à estação;
Calmaria e assossego
Arvoredo no verão.
E que dele nasçam versos,
Poesias, retratos e cantigas
Nos ritmos diversos:
Sambas, cirandas, toadas e catiras.
E o tempo há de vir
Em que o lamento será lembrança
Que outrora se deixou colorir
Pelas cores da esperança.
Fabrício Matheus
Rio de Janeiro, 14 de Junho de 2011.










































