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	<title>AlternativaSete &#187; política</title>
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		<title>Curto e Grosso</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Sep 2010 17:31:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@feernandomatias</dc:creator>
				<category><![CDATA[coisas legais]]></category>
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		<description><![CDATA[Via Cristiano Nogueira!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.alternativasete.com/blog/wp-content/uploads/2010/09/image003.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-2414" title="image003" src="http://www.alternativasete.com/blog/wp-content/uploads/2010/09/image003.jpg" alt="" width="585" height="558" /></a></p>
<p>Via Cristiano Nogueira!</p>
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		<title>Igualdade = Justiça?</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Sep 2010 13:16:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@feernandomatias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Texto]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>

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		<description><![CDATA[Um professor de economia na universidade Texas Tech disse que ele nunca reprovou um só aluno antes, mas tinha, uma vez, reprovado uma classe inteira. Esta classe em particular tinha insistido que o socialismo realmente funcionava: ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e ‘justo. ‘ O professor então disse, “Ok, vamos]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.alternativasete.com/blog/2010/09/igualdade-justica/"><img class="alignnone size-full wp-image-2367" title="a77" src="http://www.alternativasete.com/blog/wp-content/uploads/2010/09/a77.jpg" alt="" width="585" height="200" /></a></p>
<p>Um professor de economia na universidade Texas Tech disse que ele nunca  reprovou um só aluno antes, mas tinha, uma vez, reprovado uma classe  inteira.</p>
<p>Esta classe em particular tinha insistido que o socialismo realmente  funcionava: ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria  igualitário e ‘justo. ‘<span id="more-2366"></span></p>
<p>O professor então disse, “Ok, vamos fazer um experimento socialista  nesta classe. Ao invés de dinheiro, usaremos suas notas nas provas.”</p>
<p>Todas as notas seriam concedidas com base na média da classe, e portanto  seriam ‘justas. ‘ Isso quis dizer que todos receberiam as mesmas notas,  o que significou que ninguém seria reprovado. Isso também quis dizer,  claro, que ninguém receberia um “A”…</p>
<p>Depois que a média das primeiras provas foram tiradas, todos receberam  “B”. Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não  se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado.</p>
<p>Quando a segunda prova foi aplicada, os preguiçosos estudaram ainda  menos – eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma. Aqueles que  tinham estudado bastante no início resolveram que eles também se  aproveitariam do trem da alegria das notas. Portanto, agindo contra suas  tendências, eles copiaram os hábitos dos preguiçosos. Como um  resultado, a segunda média das provas foi “D”.</p>
<p>Ninguém gostou.</p>
<p>Depois da terceira prova, a média geral foi um “F”.</p>
<p>As notas não voltaram a patamares mais altos, mas as desavenças entre os  alunos, buscas por culpados e palavrões passaram a fazer parte da  atmosfera das aulas daquela classe. A busca por ‘justiça’ dos alunos  tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e senso de  injustiça que passaram a fazer parte daquela turma. No final das contas,  ninguém queria mais estudar para beneficiar o resto da sala. Portanto,  todos os alunos repetiram o ano… Para sua total surpresa.</p>
<p>O professor explicou que o experimento socialista tinha falhado porque  ele foi baseado no menor esforço possível da parte de seus  participantes.<br />
Preguiça e mágoas foi seu resultado. Sempre haveria fracasso na situação a partir da qual o experimento tinha começado.</p>
<p>“Quando a recompensa é grande”, ele disse, “o esforço pelo sucesso é  grande, pelo menos para alguns de nós. Mas quando o governo elimina  todas as recompensas ao tirar coisas dos outros sem seu consentimento  para dar a outros que não batalharam por elas, então o fracasso é  inevitável.”</p>
<p>“<strong>É impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações que punem os ricos pela prosperidade</strong>.  Cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa deve trabalhar sem  receber. O governo não pode dar para alguém aquilo que não tira de outro  alguém.<br />
Quando metade da população entende a idéia de que não precisa trabalhar,  pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra  metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a  primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação.</p>
<p>É impossível multiplicar riqueza dividindo-a.”</p>
<p>Adrian Rogers, 1931</p>
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		<title>Por que odiamos política?</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Mar 2010 17:51:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@feernandomatias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conformismo]]></category>
		<category><![CDATA[Texto]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>

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		<description><![CDATA[Ó cristão safado e preguiçoso, rápido e disposto a consumir porcarias que de nada edificam. Você seria capaz de explicar por que a preguiça de pensar tomou por completo sua vida? Tenha um pouco de paciência e reflita. Minha reflexão se iniciou quando… …procurado por dois amigos em fase de decisão sobre suas candidaturas nas]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.alternativasete.com/blog/2010/03/por-que-odiamos-politica/"><img class="aligncenter size-full wp-image-1689" title="a7" src="http://www.alternativasete.com/blog/wp-content/uploads/2010/03/a77.jpg" alt="" width="585" height="285" /></a></p>
<p>Ó cristão safado e preguiçoso, rápido e disposto a consumir porcarias que de nada edificam. Você seria capaz de explicar por que a preguiça de pensar tomou por completo sua vida? Tenha um pouco de paciência e reflita.</p>
<p>Minha reflexão se iniciou quando…<span id="more-1688"></span></p>
<p>…procurado por dois amigos em fase de decisão sobre suas candidaturas nas próximas eleições, fui inquirido sobre qual minha opinião a respeito. Confesso que já gastei muito tempo de minha vida revendo convicções a respeito do envolvimento de cristãos na política e, naquele momento, eu só pude dizer que meu desejo era realmente que houvessem candidatos em quem eu acreditasse.</p>
<p>Apenas quero <strong>ACREDITAR </strong>de verdade.</p>
<p>O problema desta apatia  generalizada que tomou conta de nossa geração, é que um alto preço será pago num futuro nem tão distante assim. Tudo continuará ruim e, por omissão, somos tão culpados quanto cada corrupto no poder deste país.</p>
<p>A questão é analisarmos se de fato é necessário que um cristão se candidate a um cargo público. A experiência nos diz que militantes evangélicos geralmente são os piores. Então como transformar a história de uma cidade/estado/país sem estar diretamente à frente do poder?</p>
<p>No auge da perseguição ao cristianismo dentro do Império Romano, surgiu uma máxima que pode nos guiar para um caminho excelente e desafiador. Diziam que “<em><strong>o pensamento cristão é mais poderoso  do que Roma</strong></em>“. Infelizmente esta frase não pode ser  utilizada nos dias de hoje.</p>
<p>Creio que não faz diferença se o vereador eleito é um satanista, macumbeiro, ateu ou um pastor. Todos são pessoas da mesma laia. Pecadores e incapazes de buscar naturalmente o que é JUSTO. Porém, creio também em duas forças que, aplicadas em conjunto, quase que inevitavelmente proporcionam sucesso na proposta de transformar politicamente determinada região.</p>
<p>A primeira força é a oração. Mas não irei gastar meu tempo explicando como isto se dá e os “porquês”. Levante seu traseiro fétido da cadeira e procure na bíblia. Vai encontrar muitas explicações claras a respeito disto.</p>
<p>A segunda força é a influência. Não a que os evangélicos tem obtido às custas de formação de currais eleitorais, ou da terceirização de funções públicas em troca de dinheiro; mas através da influência moral individual que cada cristão DEVERIA exercer.</p>
<p>O político satanista ou ateu deveria, em tese, temer. Deveria, independente de suas crenças individuais, nutrir o temor que o Império Romano sentiu pelo pensamento cristão. Deveria ter respeito pelos mártires cristãos de nossa geração; e por todos os que, independente de governo, crise ou qualquer outra coisa, continuam a viver intensamente um evangelho unanimemente reconhecido como genuíno.</p>
<p>E nós, deveríamos dar o exemplo. Sendo aqueles que, renunciando ao lado sujo da política (tão visível em nossos denominacionalismos), começássemos a busca incessante pela justiça; não mais reclamando da má administração dos impostos, mas revelando que somos capazes de empreender com o que nos resta… e até com a nossa própria vida se necessário.</p>
<p>Deixemos Roma cuidar do que lhe é próprio; enquanto nós continuaremos a gastar nossa vida exclusivamente com o que é imp0rtante: pessoas.</p>
<p>A política é o reflexo do povo.<br />
Porém, a política também é o reflexo da omissão da Igreja em todos os  níveis.<br />
Quando nós fizermos nossa parte, toda a sociedade será transformada.</p>
<p>Inclusive a política.</p>
<p>Fonte Ariovaldo Jr /solomon1</p>
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